Monarquia, Cidadania, Democracia

Regresso ao futuro

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regresso_ao_futuro123_1_450Quando alguém diz no seu meio social que é monárquico, as pessoas ficam surpreendidas, começam também logo a dizer que é um fenómeno do passado e que por isso está ultrapassado, e depois também há os argumentos dos gastos, usando mesmo por vezes a palavra de “roubo”.

Mas eu quero pegar na expressão “fenómeno do passado”.

Quantas vezes nós não dizemos que temos saudades de um tempo que não vivenciámos?

Quantas vezes terá dito Teixeira de Pascoais que tinha “saudades do futuro”?

E agora digo eu, e que tal regressarmos ao futuro?

Quero dizer com isto que precisamos reflectir sobre a memória positiva da Monarquia Portuguesa que foi bruscamente interrompida a 5 de Outubro de 1910 e procurar uma transição pacífica e democrática para reconquistarmos o que perdemos e que foi a confiança pública nos nossos orgãos de soberania e nos nossos representantes.

Precisamos de regressar ao futuro, porque precisamos de abandonar um pouco a política do imediatismo.

Precisamos de regressar ao futuro, porque precisamos de pensar não só em nós, no actual momento, mas também preparar o caminho das jovens gerações de portugueses e também nas que se lhes seguirem.

Hoje, no meio desta crise hedionda, provocada pela incompetência governativa, nós Monárquicos, temos a obrigação de dizer aos Portugueses para tomarem o seu destino nas suas mãos e avaliarem o quê que vale mesmo a pena. Se vale a pena continuar a dar crédito à actual situação, a qual, acho que já vimos tudo. Ou se vale a pena acreditar que podemos ser melhor servidos.

A Plataforma de Cidadania Monárquica vai procurar ajudar nesta reflexão e apela ao bom senso das pessoas e que estas deixem para um canto argumentos precipitados e que nada se adequam à verdadeira realidade da Democracia Portuguesa.

Quero recordar uma frase do meu amigo, Professor Mendo Henriques, por ocasião numa entrevista dada ao Jornal O Diabo, há uns meses atrás:

“Eu sei que há quem goste e quem não goste de D.Duarte. Mas o futuro de um povo não se faz como o “curtir” ou o “gosto” no facebook. O facto político é que D. Duarte e a 5ª dinastia representam uma alternativa e conseguiu, com grande, dignidade trazer a ideia de monarquia desde o zero até percentagens de 20% ou 30%, conforme as sondagens.”

Se continuarmos a pensar que não se quer a Monarquia porque apenas não se gosta do Herdeiro do Trono, apesar das suas inúmeras qualidades, obviamente que não iremos a lado nenhum. E aliás eu gostaria apenas de dizer que muitas vezes, vejo pessoas que nunca leram nada sobre SAR O Senhor Dom Duarte e pouco ou nada sabem da História de vida e das suas diversas actividades em  Portugal e no estrangeiro sempre com Portugal no coração, e que mesmo assim, adoram falar mal ou ir na conversa mais vil e ignorante. Ajuízar erradamente pode custar caro a um País!

Também nesta preocupação, a Plataforma de Cidadania Monárquica vai procurar falar do Rei nomeadamente dentro da nossa Linha Editorial.

Retomar o verdadeiro rumo de Portugal. Regressar ao futuro. Reconquistar a Dignidade do Estado e do Serviço Público. São ambições válidas, porque Portugal tem potencialidades enormes e que têm sido tão irresponsavelmente subaproveitadas pela incompetência e falta de visão republicanas!

 

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