Monarquia, Cidadania, Democracia

E que tal gostar de Portugal?

Deixe um comentário

Como é do conhecimento de quem tem seguido o Blogue da Plataforma de Cidadania Monárquica, temos estado a divulgar vídeos de biografias dos Reis de Portugal; divulgação essa, que aliás ainda não acabou e que vamos continuar até ao último Rei reinante, que foi Sua Majestade Fidelissíma El-Rei Dom Manuel II.

Tal situação confrontou-me pessoalmente com atitudes que me fizeram pensar. Atitudes, pensamentos que não são apenas de uma pessoa, mas de muitas e que me magoam como Português, com orgulho que tenho de ter nascido nesta Terra Sagrada, abençoada pela Virgem Maria, Santa Mãe de Deus.

O complexo da inferioridade em relação a outras civilizações, outras Monarquias, outras Histórias Nacionais, é em alguns casos gritante e assustador. Para algumas pessoas Portugal foi sempre um país pequeno, de gente pequena, sem valor nenhum em tudo o que fez ao longo de 900 anos de História. Para essas pessoas, as vitórias conquistadas, os sacrificios feitos pelo nosso povo, a arte, a ciência, a cultura, a lusofonia, o património, etc, pouco ou nenhum valor tem.

Lamento ter que o dizer, mas não sabem essas pessoas o que é termos que sair de Portugal, por um único motivo: uma vida melhor, e não sabem, de forma alguma, o que é sentir, quando chegamos à nossa terra, o orgulho e a emoção de voltarmos a pisá-la e a sentir o cheiro a marzia ainda em pleno Alentejo (pode parecer estranho, mas tal sensação eu senti e nunca me esqueceria!).

Essas pessoas que só gostam do estrangeiro, que só sabem elogiar o estrangeiro e só sabem dizer mal do que é Português, sem nunca apresentarem uma única proposta (já nem digo aplicá-la), têm um sentimento e uma forma de raciocínio tão estranho que a mim faz imensa confusão.

Eu, a nível pessoal, mesmo ainda em criança, fui ensinado, longe da minha Pátria, a amar o meu País; devo esse amor a Portugal, aos meus Pais.

Sim! Vivemos em crise, uma crise bem profunda que já vem, não só de um governo, mas de vários; aqui, desculpem-me mas a culpa não pode morrer solteira! Quem tem culpa foi quem mal governou o país, tomando decisões erradas que nos trouxeram a este caos que vivemos.

Vejo pessoas nascidas e criadas em Portugal, por Portugueses, a dizerem mal do seu país, a preferirem o estrangeiro. E a pergunta que tenho que fazer é esta: Por que não mudam então de nome e de nacionalidade?

Neste momento o que Portugal menos precisa é de falsos portugueses, falsos patriotas, de gente que só sabe dizer mal, mesquinha, com o complexo de inferioridade, e que nunca fez nada de concreto pelo País – tal assim o indicia.

Não meus amigos! Portugal não é inferior, nunca o foi, nem nunca o será. Os Portugueses têm que amar a sua Pátria, como outros povos amam os seus Países. Nós não somos inferiores. Nós quando queremos (é um facto!) concretizamos, fazemos por isso, mudamos.

Ao longo destes 900 anos de História, conquistámos um Reino, desbravámos o Oceano, descobrimos povos e culturas, deixámos uma vasta herança pelo mundo que é a Lusofonia, tivemos e temos, gente de cultura, artes, ciências, filosofia, que só nos podemos orgulhar. Tivemos grandes Reis, grandes líderes, gente com uma visão de um Portugal forte, coeso, unido, e em constante progresso.

A verdade é esta: Portugal não é ISTO!

Somos uma Nação antiga, em dificuldades, mas não é com complexos de inferioridade que alcanceremos a prosperidade que é possível; mas não com um regime republicano nascido podre e em estado de agonia total, que se não agirmos, levará para o seu túmulo, todo o esforço, todo o amor a esta Pátria, de tantas e tantas gerações de Portugueses.

Em vez de dizermos mal, façamos por isso!

E se queremos mudar Portugal, se o queremos salvar, se queremos dar um outro futuro aos nossos filhos e netos, então temos que ser nós a fazê-lo!

Acredito firmemente que só com o retomar do fio contudor da Monarquia Portuguesa, ininterrupto desde Dom Afonso Henriques até Dom Duarte de Bragança, é que poderemos ganhar outra sustentabilidade, confiança e esperança num outro futuro.

Triste o povo que é enganado e que mesmo assim continua em alguns sectores, a gostar de continuar a não querer saber deste desafio para nada!

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s