Monarquia, Cidadania, Democracia

Dom Duarte tinha razão (5.a parte)

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Hoje, excepcionalmente, à sexta-feira, continuo este rúbrica, seleccionando intervenções diversas a entrevistas e discursos de Dom Duarte de Bragança, que durante vários anos alertou para os problemas que actualmente hoje afectam os Portugueses e que se muitos souberam ouvir, outros nem quiseram saber, não quiseram ouvir e pior que isso, procuravam ridicularizar quem por bem avisou.

Os Portugueses têm que começar a ouvir quem realmente lhes quer bem e não desconfiar de tudo e todos pensando que todos são iguais e que só querem poder. Dom Duarte de Bragança, enquanto representante e Chefe da Casa Real Portuguesa, desinteressadamente, mesmo fora do Trono, tem procurado servir Portugal e os interesses nacionais da melhor forma possível, seja internamente como internacionalmente, procurando valorizar o que de melhor os Portugueses têm; uma vasta experiência histórica de quase 900 anos!

Hoje, a uma semana de celebrarmos a Restauração da Independência Nacional, será também importante lançarmos uma reflexão sobre que País queremos de uma vez por todas!

Pelo que desta vez, não vou citar críticas de Dom Duarte de Bragança ao estado a que chegámos, mas vou sim seleccionar propostas concretas para que tipo de Estado devemos procurar ter num futuro próximo e cada vez mais, não é, nem será nunca mais com um regime republicano que nunca funcionou em Portugal. A única vez que funcionou, foi quando abafou a oposição democrática, durante o Estado Novo e para nova Ditadura, mais vale termos uma Monarquia Democrática e Parlamentar!

Há muitos anos que venho denunciando o nosso modelo errado de “desenvolvimento sem progresso”, sem uma visão global do futuro.


Por todo o País, tenho encontrado exemplos de pequenos e grandes empresários de sucesso, alguns reconhecidos internacionalmente.

A burocracia estatal e a lentidão da justiça têm provocado graves entraves a quem quer produzir. Temos que exigir mais ao Estado. Mais responsabilidade, mais respeito pelos governados que o sustentam, e, acima de tudo, mais dignidade.

Precisamos urgentemente de um Estado moderno e eficiente, que assegure a nossa soberania e a ordem interna, garantindo a oferta de bens públicos em sectores essenciais e a regulação e estímulo à actividade económica nos restantes, de forma a propiciar o crescimento das empresas e a oferta de emprego, Precisamos de um Estado que seja o primeiro a dar o exemplo, pagando a tempo e horas, bem como assegurando que os investimentos e gastos públicos sejam racionais.

O Estado moderno não se pode substituir ao sector privado na criação de riqueza e não pode ceder à tentação de intervir em tudo.

O Estado social moderno deve dar apoio aos mais desfavorecidos. Quanto menores forem os desperdícios, maior será a proporção da riqueza que chegará a quem precisa.

Para isso, não podemos ter uma sociedade toda subsidiada; não podemos ter um sector empresarial subsídio-dependente.

Como representante e chefe da Casa Real Portuguesa, é esta a reforma de Estado que preconizo. Um Estado que siga e imponha o direito, um Estado que apoie os mais desfavorecidos, um Estado eficaz,, um Estado que fomente o desenvolvimento, um Estado que olhe o futuro, um Estado de e para todos os portugueses.

Se as monarquias democráticas actuais existem e têm um papel fundamental é porque nelas o exemplo vem de cima.

Importa prestar atenção à clara demonstração das nossas verdadeiras capacidades que é dada pelo sucesso que os portugueses obtêm no estrangeiro !”

Finalmente, fica a pergunta no ar: Quando é que os Portugueses vão entender que têm em Dom Duarte de Bragança um aliado? VIVA O REI! VIVA PORTUGAL!

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2 thoughts on “Dom Duarte tinha razão (5.a parte)

  1. Os Monarcas não são deuses, são simplesmente como os outros, a sua sabedoria não é mais elevada que os politicos que nos governam, portanto eu direi que eles não fariam melhor, fariam na mesma. Vejamos o que eles fizeram no, passado…miséria e nada mais. O povo nunca ganha nada com estas classes que so pensdam neles.

    • Os reis não são deuses, mas conhecem melhor o seu país do que os políticos de carreira e podem com independência ajudar à resolução dos problemas do país. Os Reis ou Rainhas são Seres Humanos, mas têm uma preparação adequada para poderem reagir sempre que o interesse nacional assim o exija. Nada comparável, portanto, à figura de um Presidente da República que acaba sempre por tomar partido, o que cria sempre desconforto institucional. Não se trata de classes! A Monarquia Democrática serve os cidadãos representados num Parlamento Eleito e um Governo saído de eleiçoes livres e justas. Por fim, não acha que actualmente os interesses instalados pensam mais em sí mesmos do que nos interesses dos Portugueses? Bem haja.

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