Monarquia, Cidadania, Democracia


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El-Rei D. Manuel II Dixit

Rei D. Manuel II

‘Portugueses unam-se pela Pátria: sejamos fortes e mostremos ao mundo e àqueles que nos seguem atentamente com cobiça, que Portugal há-de renascer ainda, numa era de grandeza e prosperidade. Pensemos no País, sem outras ideias do que o que devemos ter sempre presente: Nascemos Portugueses, queremos reviver as glórias passadas, queremos levantar bem alto o nome de Portugal, queremos viver e morrer PORTUGUESES!’, El-Rei Dom Manuel II de Portugal dixit.

Esbulhado Portugal ao seu Rei, e o Rei desapropriado a Portugal, no exílio, para onde foi empurrado pelo coup republicano, Dom Manuel ll nunca esqueceu aquela palavra tão unicamente portuguesa que é Saudade e nunca, por um momento que fosse, esqueceu as suas obrigações enquanto Rei e Patriota e, também, nunca deixou de servir como farol instigando os Portugueses a alcançar de novo grandes feitos e a grandeza pretérita.

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica

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Batalha de Ourique – Faz 876 Anos

Batalha de Ourique

No dia 25 de Julho de 1139 travou-se a célebre Batalha de Ourique, em que D. Afonso Henriques, segundo o Mito, recebe as Armas de Cristo e à frente dos barões e fidalgos portucalenses, arrasa os exércitos mouros de Omar que eram em razão numérica cinco vezes superior.

Após a Batalha, na qual derrota avassaladoramente a hoste inimiga, os Barões aclamam Rei o jovem Infante que os guiara à vitória sobre cinco reis mouros comandando os exércitos sarracenos de África e da Hispânia. Desta forma o Príncipe recebe as Armas e a promessa de Vitória de Cristo, e a dignidade régia dos vassalos. Rei por Graça de Deus e Vontade dos Homens. Após esta Batalha na qual Dom Afonso Henriques consegue a importante vitória que o engrandece sobremaneira, o Pai Fundador declara a Independência face a Castela-Leão e auto-intitula-se Rei, Rex Portucalensis. Nascia, assim, em 25 de Julho de 1139, o Reino de Portugal e a sua 1.ª Dinastia, com El-Rei Dom Afonso I Henriques de Borgonha.

Assim, por essa razão, no caso particular de Portugal, e sempre tal aconteceu desde o próprio Rei Fundador Dom Afonso Henriques, o Rei é Aclamado e nunca imposto! Ou seja, apesar do Príncipe herdeiro suceder ao Rei falecido existe uma participação popular que ratifica essa sucessão sendo que esse passo é o acto jurídico que verdadeiramente faz o Novo Rei.

Nos 771 anos da Monarquia Portuguesa o Rei sempre reinou por delegação da comunidade portuguesa reunida em Cortes que o Aclama e faz Rex e que, no tempo dos primeiros Monarcas, ‘alevantava’ mesmo o Rei entronizado.

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica


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O Povo Só Conta Com El-Rei

Povo conta com o Rei

‘Os homens de hoje, como eu, crêem com ardente fé na redenção da nossa Pátria pelo Povo, o qual intervindo, a exemplo de outros países, de um modo directo, consciente dos próprios interesses e, ouso, dizer, preponderante no andamento dos negócios públicos, há-de regenerar fundamentalmente a sociedade…, põem todas as esperanças, como uma espécie de fetichismo, na vontade indomável, na largueza de vistas, na energia que em Vossa Majestade são preciosas qualidades individuais, mas também qualidades inalteradamente herdadas’, escreveu Alfredo Achiles Monteverde a El-Rei Dom Manuel II, em 07 de Outubro de 1909.

Um Rei não está constrangido nem refém de lobbies partidários, económicos ou mesmo desta ou daquela classe social. A função de reinar torna a chefia do Estado independente de calendários e lutas eleitorais, pois elimina os compromissos eleitorais e as promessas vãs. Independente de um calendário político o Rei tem a serenidade e a legitimidade para actuar como moderador entre as várias facções partidárias ou demais grupos da sociedade civil. Um Rei mantém uma posição de neutralidade em relação a questões políticas, e, assim, seria uma referência para todos. A Monarquia funciona ainda como um símbolo de estabilidade, união e continuidade, independentemente das mudanças na política partidária.

Mas sobretudo, o mais importante a nosso ver, o Rei seria o intérprete da vontade nacional, sentindo com o Povo, fazendo seus os problemas deste último e dando voz aos seus anseios, e, porque independente, garantiria a unidade dentro da diversidade politico-social do país, pelo que impediria a perturbação política e consequentemente a agitação social.

Além do mais, a experiência confirmou o valor da monarquia constitucional como uma fonte de travões e contrapesos contra políticos eleitos que poderiam procurar obter poderes maiores aos atribuídas pela Constituição e, assim, em último caso, como uma ressalva contra a ditadura!

‘Senhor meu Rei, aqui em Portugal há que desfazer esta atoarda de que tudo é do Estado! Os Vossos tão práticos Antepassados bem sabiam que, primeiro deviam garantir os vassalos e só depois a Eles mesmos que a Nação incarnavam. Agora, há só contribuintes e Estado democrático surdo e mudo, que hermético se encerra na sua torre de marfim, fazendo acreditar que tudo caminha, no melhor dos mundos possíveis! Na velha Bizâncio, entrada já pelos turcos, também assim se cuidava, protocolarmente…’, escreveu o 2.º Conde Alvellos in ‘O Berço Exilado do Príncipe da Beira’.

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica


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Parabéns, Prince George! Feliz 2.º Aniversário!

Parabéns Prince George

Sua Alteza Real O Príncipe George Alexander Louis de Cambridge, ou simplesmente o Príncipe George completa hoje dois anos de idade. Muitos Parabéns!

George rapidamente se tornou o centro das atenções da Família Real Britânica, seja pela relevância política do seu nascimento, seja pelas características que são intrínsecas ao próprio rapaz simpático e bem-disposto que é. Incontornável pela lei do nascimento, mostrou em apenas 2 anos de vida que possui carisma próprio para além disso: é uma estrela por seu próprio mérito e não por inerência.

Há 2 anos, em 22 de Julho de 2013, após um parto natural normal, a Princesa Catherine Midletton Mountbatten-Windsor, Duquesa de Cambridge deu à luz, às 16h24m, um rapaz saudável com 3,800 kg. O nascimento ocorreu na Ala Lindo do Hospital de St. Mary, Paddington, em Londres – o mesmo hospital que o Príncipe William e seu irmão, o Príncipe Harry, nasceram, em 1982 e 1984, respectivamente e a Princesa Charlotte Elizabeth Diana, irmãzinha de George, faz poucos meses – e onde equipas de reportagem dos quatro cantos do Planeta marcavam já lugar há várias semanas.

O parto natural, ao qual assistiu o Príncipe William – como havia feito o Príncipe de Gales, há 33 anos – foi realizado pelo obstetra Professor Dr. Marcus Setchell, ex-ginecologista da Rainha, assistido da sua equipa, o qual afirmou que já não tocava numa gota de álcool há quase três semanas, e, aos 80 anos de idade, optou por só se reformar nos próximos meses, para poder orientar ao parto real.

Após o nascimento, o anúncio foi feito por um comunicado de imprensa emitido pelo Palácio de Kensington, e depois através do envio de um boletim oficial, assinado pela equipa médica, e que foi entregue à central de portas do Palácio de Buckingham, sob escolta policial. Contudo, nenhuma declaração pública foi emitida até que Sua Majestade a Rainha e membros ilustres da Família Real, assim como os membros mais directos da família da Duquesa de Cambridge, fossem informados sobre o nascimento real.

Note-se que desta feita, o Príncipe William decidiu quebrar o Protocolo Real e quando nasceu o Príncipe de Cambridge, o novo pai telefonou à sua avô, a Rainha, por um telemóvel encriptado, a dar a boa nova. Ao mesmo tempo, o secretário particular do casal William e Catherine de Cambridge telefonou ao primeiro-ministro David Cameron a comunicar que nasceu o futuro Chefe de Estado do seu país. Após o telefonema para a Rainha o príncipe William contactou a família mais próxima do casal real: SS.AA.RR. o Príncipe de Gales, a Duquesa de Cornwall, e Michael e Carole Middleton. Enquanto ele continuou a fazer telefonemas pessoais, as rodas da máquina do Palácio continuaram a girar: funcionários do Palácio de Buckingham notificaram os primeiros-ministros de cada um dos 54 países da Commonwealth e os primeiros-ministros da Escócia, Gales e Irlanda do Norte.

Ainda assim, o boletim oficial impresso e preenchido e assinado pelo obstetra real e pela sua equipa anunciando o nascimento foi colocado num cavalete e colocado aos portões do Palácio de Buckingham, onde constituiu uma enorme atracção turística. Depois a 23 de Julho, às 14h00 – pontualidade britânica -, começaram a ser ouvidas as salvas de 62 e de 41 tiros de canhão respectivamente na Torre de Londres, pela Honorável Companhia de Artilharia, e em Green Park, pela Artilharia da Guarda a Cavalo do Rei, ao que se seguiu o repicar dos sinos na Abadia de Westminster.

A primeira aparição pública dos Príncipes e do Royal Baby Boy ocorreu no dia 23 de Julho de 2013, às 18h00. Os Duques de Cambridge, vestidos de azul, de forma simples e elegante, saíram pelas portas da Ala Lindo e foram recebidos por “Vivas!” entusiastas e por uma avalanche de flashs. A Princesa Kate transportava carinhosamente o recém-nascido real nos braços, tendo-o passado ao babado pai antes de se acercarem dos repórteres para responder a algumas questões. Depois, despedindo-se de toda a equipe que os acolheu durante dois dias no hospital de St. Mary’s, o Príncipe William acomodou, diligentemente, o Príncipe de Cambridge na cadeirinha e com a Duquesa no lugar de trás ao lado do bebé, abandonarem o hospital com o Duque de Cambridge ao volante do seu Range Rover.

A 24 de Julho de 2013, os Duques e o Príncipe de Cambridge receberam a visita privada de Sua Majestade a Rainha Isabel II, transportada numa viatura privada. A visita da Rainha do Reino Unido ao seu primeiro bisneto do género masculino teve a duração de 34 minutos.

Uma vez que a tradição britânica vê a moeda de prata como um amuleto de boa sorte, riqueza e saúde, todos os casais pais de bebés que nasceram no mesmo dia do novo Príncipe ou Princesa Real foram presenteados com uma moeda de prata da Royal Mint, apresentadas em embalagens azuis para os meninos e cor-de-rosa para as meninas, juntamente com um cartão onde está impresso: Moeda de Prata sólida de boa sorte.

O nascimento real gerou receitas de £ 260.000.000, o equivalente a € 303.325.581,14, principalmente a partir do turismo, lembranças, e, das festividades relacionadas com o nascimento. Após o aguardado nascimento real, a loja do Palácio de Buckingham produziu uma linha de produtos homenageando o príncipe bebé. Entre a memorabilia contou-se: louça, DVD’s, pins, brinquedos e livros.

A Rainha Isabel II, avó do Duque de Cambridge e bisavó do Príncipe George decretou que George seria um Príncipe com o título de Alteza Real. Seguindo o costume dos recém-nascidos de Príncipes Reais que possuem um Ducado Real, o bebé passou a ser denominado Príncipe “Nome” de Cambridge. No dia 24 de Julho de 2013 a Casa Real Britânica comunicou que os Duques de Cambridge decidiram chamar ao principezinho: Príncipe George Alexander Louis, e que teria o tratamento de Sua Alteza Real o Príncipe George de Cambridge. Independentemente, do primeiro, o novo membro da Família Real Britânica tem três nomes próprios, como é apanágio, o pai e avô têm quatro e outros reis tiveram mais. Este costume refere-se ao facto de quando for Rei ter uma panóplia maior de nomes por onde optar para a escolha do nome com que reinará.

George é o terceiro na linha de sucessão aos tronos de dezasseis Estados soberanos independentes conhecidos como os reinos da Commonwealth: Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Jamaica, Barbados, Bahamas, Granada, Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão, Tuvalu, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Belize, Antígua e Barbuda, e São Cristóvão e Nevis. Será terceiro depois do avô Carlos, Príncipe de Gales, e do pai Príncipe William, Duque de Cambridge.

Como nasceu um rapaz, não foram aplicadas as novas alterações à Lei de Sucessão introduzidas na Reunião da Comunidade Britânica (Commonwealth) ocorrida na Austrália, em 28 de Outubro de 2011, com a Presença de Sua Majestade a Rainha Isabel II, em que foram introduzidas modificações unicamente aplicadas aos descendentes de Carlos, Príncipe de Gales e que garantiam a igualdade de género na Linha de Sucessão ao Trono, e que já haviam sido ratificadas por todos os Países da Commonwealth.

Quando ascender ao Trono, depois de Seus Augustos Avô e Pai, George será o VII de Seu nome e assegurará a continuidade da Monarquia Britânica e da Casa Reinante de Windsor já num novo século.

Happy Birthday Prince George! God Save Prince George, Long Live Prince George!

LONGA VIDA À CASA REAL DE WINDSOR!

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica


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D. Luís I – Um dos Inventores da Granada Moderna

Dom Luís I Cientista e Inventor

El-Rei Dom Luís I realçou a realeza da Sua estirpe com os preclaros dotes de uma inteligência cultíssima. Aos 8 anos de idade, o infante Dom Luís, Duque do Porto, ainda longe de pensar vir a ser rei, serviu na Marinha, iniciando a Sua carreira, em 1846, como guarda-marinha, e exerceu o seu primeiro comando naval em 1857 capitaneando o brigue Pedro Nunes, no qual navegando à cabotagem percorreu a costa de Portugal até Gibraltar. No ano seguinte o Rei, Seu irmão, entrega-lhe o comando da recém-adquirida corveta Bartolomeu Dias, o principal navio de guerra português no qual Dom Luís visita os Arquipélagos portugueses do Atlântico e as colónias africanas portuguesas. Nove missões de serviço desempenhou com brio, até que se viu, por acaso do destino, alçado Rei.

Ora sendo um homem do Mar não poderia durante o Seu Reinado desviar as atenções da Armada e dos assuntos científicos que aperfeiçoara enquanto marinheiro.

Não podemos apelidar Sua Majestade Fidelíssima o Rei Dom Luís de Portugal, de Cientista na acepção hodierna, pois os assuntos de Estado afastavam-no da dedicação exclusíva que tal mester obriga. Porém, não se pode deixar de intitular El-Rei de um Homem da Ciência, visto que empreendeu na segunda metade do século XIX, experiências científicas que justificam plenamente o rótulo.

Interessado cientista, a mecânica, a astronomia, as belas artes, a cartografia, a físico-química e a balística eram ciências que não tinham para Ele segredos, às quais dedicava infatigável actividade e os mais renomados cientistas, que visitavam o Paço Real, não recusavam o auxílio das Suas luzes.

O Rei Dom Luís I, teve uma vida abastada de merecimentos, mas não se pode deixar de destacar uma das Suas ‘invenções’ que, vá-se lá saber por quê, não é suficientemente falada: as estrias na granada de artilharia.

Com os estudos que desde tenra idade o capacitaram, com a preparação técnica que adquiriu como oficial da Marinha Real, e com o intercâmbio de experiências com os principais cientistas da época, o Rei Dom Luís I aperfeiçoou as granadas de artilharia que até aí possuíam alma lisa.

A granada é um artefacto bélico com uma câmara interna que leva uma carga de arrebentamento; o nome deriva da palavra granatum ou romã, pois assemelha-se a tal fruto, embora o primeiro obus a que verdadeiramente se poderá apelidar de granada tenha sido inventado na China medieval, no século IX, e consistia numa cebola oca cheia de pólvora que era atirada, muitos contribuíram para o aperfeiçoamento ou ‘invenção’ da granada moderna – o Rei Dom Luís I foi um deles.

Desde a sua invenção que cada guerra contribuiu para a evolução da granada, e, assim eis que também um português teve a sua intervenção, e não foi um português anónimo: aos obuses lisos, Dom Luís I procedeu a perfurações dos projécteis para que os gases da explosão imprimissem às granadas um curso rotativo que tornava o tiro mais preciso. Além dessas perfurações desenvolveu, também, o sistema de traçado de estrias nas almas lisas das granadas, sistema que viria a prevalecer até aos dias de hoje. Em Janeiro de 1865, enviou as granadas aperfeiçoadas para França, para serem testadas pela potência bélica francesa e em reconhecimento do mérito da invenção o Imperador de França Napoleão III agraciou Sua Majestade Fidelíssima El-Rei Dom Luís I de Portugal com uma Medalha de Honra em Ouro.

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica


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Boas Férias, Monárquicos!

Foz Praia Rei D. Manuel II Ourigo

Em 1908, aquando da Sua Visita ao Norte do Reino, Sua Majestade Fidelíssima El-Rei Dom Manuel II de Portugal descerrou a placa numa praia da Foz do Douro, no Porto, que ficou baptizada como Praia Rei D. Manuel II; ulteriormente, com a funesta implantação da república, foi renomeada de Praia do Ourigo. Mudaram-se os nomes como se isso bastasse para se mudarem as memórias. Fica a reminiscência toponímica e, também, a recordação da praia engalanada para o evento!

Não menos na pena, do que os nossos antepassados fizeram com a espada, temos ajudado a erigir, ao longo do nosso já extenso rol de artigos, o edifício da Monarquia que há-de chegar, para que esta não seja lançada com grande peso em cena, como uma obra rápida à qual falta cuidado e sustentação. É um trabalho duro, mas, também, Hércules diante de Anteu se viu a braços com uma pesada tarefa, pois o gigante estava ligado à terra. Ora então, Hércules arrancou Anteu à terra e venceu-o desse modo.

É facto consumado que o actual regime caducou: «Pirliteiro dá pilritos, a mais não é obrigado!» Para além de quem dele beneficia e retira modo de vida, já ninguém se revê neste Estado das Coisas republicano. Ensimesmados, cedem-se à vez e regozijam pelo que não são.

A Monarquia não é apenas uma especulação teórica, mas uma ideia que já é concreta face à realidade; a Monarquia é para nós uma convicção e apresenta-se não como mera possibilidade, mas a verdadeira solução para o entrave à evolução histórica da Nação que é o actual regímen.

Avancemos, sequiosos das glórias passadas, mesmo contra as vagas que teimem marulhar, pois temos o legítimo representante de um passado enorme; aceleremos filhos dilectos desta Terra que é Portugal! Remem que as ondas começam a alegrar-se e a ideia do Rei faz nossas forças aumentar. O fado ruim está prestes a esboroar-se e vem o Rei através da Dinastia que foi afastada, mas não quebrada!

A Plataforma de Cidadania Monárquica passará, em altura de Férias de Verão – porque muitos dos nossos seguidores e monárquicos em geral, assim como outras pessoas que não o sendo têm a bondade de apreciar os nossos artigos, se encontram já em vilegiatura -, a publicar esporadicamente.

BOAS FÉRIAS!

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica


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De Uma Ou Outra Forma, Sempre Ao Serviço Da Nação

D. Manuel Guarda-Marinha

O Infante Dom Manuel, então, Duque de Beja, aos seis anos já falava e escrevia em francês, estudou línguas, história e música com o professor Alexande Rey Colaço e teve o tenente-coronel José de Castro como preceptor de balística, táctica e topografia, e, em 1907, iniciou os seus estudos de preparação para ingresso na Escola Naval, preparando-se para seguir carreira na Marinha.

Após uma estadia de alguns dias em Vila Viçosa, com toda a Família Real, havia regressado mais cedo a Lisboa precisamente para se preparar para os exames da Escola Naval, tendo ido esperar os Augustos Pais e irmão ao Terreiro do Paço e eis que o destino do futuro marinheiro se viu alterado pelo terrível atentado terrorista conhecido como o Regicídio em que o Rei Dom Carlos I, aos 44 anos de idade, e o Príncipe Real Dom Luís Filipe, aos 20 anos, foram tragados à vida pelos facínoras da Carbonária.

Mudou, também, o destino de Dom Manuel II que ascendeu a Rei, mas um Príncipe é educado para a abnegação pessoal às suas funções e devoção exclusiva ao bem do País, pelo que estará sempre pronto a servir a Nação da maneira que for a mais adequada.

O Seu Nascer impôs-Lhe bem cumprir o Seu Dever herdado dos Reis da Dinastia de Aviz e de Bragança! Servir… Sempre Servir é Duro Ofício e Destino dos Reis – Para Bem de Portugal!

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica