Monarquia, Cidadania, Democracia

Rentrée da Plataforma de Cidadania Monárquica

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O Arquivo da PCM 2015

Após férias de Verão, em que apesar de nunca termos deixado de publicar, optamos por partilhar conteúdos mais ligeiros, a Plataforma de Cidadania Monárquica retomou a sua habitual linha editorial com produção de doutrina, artigos de opinião sobre vantagens do regímen de Monarquia comparado com o Estado das Coisas republicano, embora, naturalmente, que continuaremos com a divulgação de aspectos da História do Reino de Portugal que não são propalados pela ciência histórica mainstream.

O crescimento da Plataforma de Cidadania Monárquica no último ano e o aumento da visualização dos nossos conteúdos dão-nos ânimo para continuar, com o propósito único de vermos a Restauração da Monarquia, pois isso será, também, a Restauração de Portugal.

A Plataforma de Cidadania Monárquica não esmorece e, aqui, fazemos uma aturada pesquisa para a produção dos nossos artigos, usando fontes fidedignas e possuindo um enorme acervo em arquivo de fotos – muitos delas originais – e livros raros e de edições antigas, naturalmente, já esgotados, tudo acumulado por gerações, e que constituem fonte de saber que não se encontra facilmente disponível, uma vez que já são raridades ou porque não são reeditados.

A última coisa que os Portugueses pretendem é colocar mais políticos no cadeirão presidencial republicano do poder, apresentados a sufrágio com falsas promessas e sombreados por agendas secretas. A democracia, a economia e a sociedade portuguesas seriam bem mais consistentes se nestes últimos, quase, 105 anos um Monarca tivesse reinado.

Comparam-se os actuais regimes republicanos com Monarquias Constitucionais hodiernas e conclui-se que é o republicanismo que padece de uma natureza elitista, muitas vezes snobe, enquanto nas Monarquias é o Povo que mais exalta com os membros das famílias reais que estabelecem um vínculo com um passado singular, com uma natureza e sociedades clássicas e valiosas, e com aquele ideal romântico e arrebatador que é a Nação – que é imortal.

Assim a afeição pela Monarquia tem um lado popular, quanto o ódio pelas actuais repúblicas reféns de elites e da oligarquia política e financeira, também, é popular. Os Reis apresentam-se diante do Povo livres e despojados de soberba, pois os Pais não acanham os filhos, antes os estimam e estimulam a feitos maiores.

Então Senhor meu Rei, aprontai para este tão Grande Povo mais Grandes Feitos!

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica

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