Monarquia, Cidadania, Democracia


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A História como Herança

É sabido que Sua Alteza Real, Dom Duarte de Bragança, Herdeiro do Trono de Portugal, Rei de jure de Portugal, é descendente directo de El-Rei Dom Afonso Henriques, fundador do Reino. É sabido que, por isso mesmo, descendente da maioria dos Reis de Portugal, pois rigorosamente sabemos que não é de todos! Sim, sabemos disto tudo.

Mas que significado tem ser-se descendente do primeiro Rei de Portugal e de tanta Ilustre Gente que atravessou gerações e gerações para que chegássemos ao presente?

Não se trata apenas de se ser descendente de personalidades que fundaram e expandiram Portugal, trata-se do significado intrínseco da existência de Portugal como Nação emancipada ao Reino de Leão e Castela, no tempo de Dom Afonso Henriques e posteriormente com a Restauração, em relação a Espanha unificada. Ter a História como Herança, é um acumular de experiência histórica riquíssimo, tanto para o bem, como para o mal. É um facto, que nem toda a História da Monarquia Portuguesa foi brilhante. Portugal sofreu sérios desastres nacionais também nesse tempo. E no entanto, foi o período mais extraordinário de toda a nossa História. Portugal fundou-se na Monarquia, expandiu-se, consolidou-se, projectou a Lusofonia, e os alicerces fundamentais de um Estado de Direito, em Monarquia. Foram 8 séculos de venturas e desventuras, mas como digo, um imenso acumular de experiência, à qual, os Portugueses devem recorrer, para aprender a resolver os seus problemas actuais com elevação e sentido cívico.

Vivemos dias atrozes, de enorme angústia. Na nossa História, passámos inúmeras vezes por situações semelhantes ou ainda piores, e no entanto, os nossos antepassados, foram capazes de se unirem e de erguerem-se, muitas vezes, procurando soluções que, na maioria dos casos, nos trouxeram dias melhores.

Uma Nação com estes séculos de História, como Portugal, é bem mais do que um simples adjectivo (República Portuguesa); tendo a História como Herança, trata-se de um Reino que se quer restaurado, reerguido, para proveito da res publica dos Portugueses.

Muitos Povos, com uma História tão ou mais antiga que a nossa, foram capazes de manter uma tradição secular, ligada à Instituição Real. Outros, actualmente, estão a pensar seriamente em restaurar suas Monarquias. Numa época, como a que estamos a viver, com um sentimento de esgotamento e sem perspectivas quanto ao nosso futuro, é tempo de uma nova Aclamação, aquela que nos trará o Herdeiro da nossa História, para a Chefia do Estado, e será a melhor garantia do nosso futuro.

Ter uma Monarquia, não é apenas uma questão de Hereditariedade. Aliás é bom recordar que todos nós somos uma consequência de uma Hereditariedade! Não se trata de ter uma Família Real a liderar o País. Trata-se de ter uma visão a longo prazo, e pensar que ter um Rei, uma Rainha e uns Infantes Herdeiros, será a partir do presente, preparar o futuro. A Monarquia garante, além da Democracia, estabilidade, responsabilidade, patriotismo, sentido de Estado, transparência na política, e repito mais uma vez, uma res publica com futuro garantido. Se desde o século XVI, os nossos Reis eram considerados os Protectores da República, então seguramente, teremos na Instituição Real, a melhor protecção do nosso bem comum. Chamemos pois o Herdeiro da História. Chamemos pois Aquele que tem a História como Herança. Aclamemos, pois, Dom Duarte de Bragança!


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Fez-se justiça!

Rei

Fez-se Justiça! Hoje, foi um dia muito importante. Venceu a Justiça sobre o Oportunismo! Venceu a Justiça sobre a Maldicência. Venceu a Justiça sobre a Calúnia e a Difamação. Venceu a Justiça sobre a Ganância!

Hoje, os Portugueses ficaram a saber a confirmação de que, Dom Duarte de Bragança, Herdeiro dos Reis de Portugal, é uma Pessoa Honesta, uma Pessoa de Bem, e assim como todas as pessoas de bem, venceu com toda a Justiça esta causa e vai reaver os Bens que Legalmente lhe pertencem e que tinham sido penhorados.

Para todos aqueles que até hoje tinham a mania de criticar e ofender o  Chefe da Casa Real Portuguesa, a mensagem que esta notícia nos dá é clara: FEZ-SE JUSTIÇA!

 


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Vantagens da Monarquia / Inconvenientes da República

Ao fim de 6 meses de actividade, procurámos abordar a questão da Monarquia em várias variantes: História, Literatura e Política.

Nesta fase, decidi esquematizar o que para mim são as vantagens da Monarquia Parlamentar e Democrática e os inconvenientes da actual III República que nos governa. Será importante para ajudar os Portugueses que nos lêem, a reflectir sobre o que é melhor para Portugal.

MONARQUIA PARLAMENTAR E DEMOCRÁTICA

A. Une todos os cidadãos num ideal comum de Pátria.

B. Tem uma classe política responsável para com os seus eleitores e responsabilizada pelos mesmos.

C. São os cidadãos que elegem os seus representantes locais e nacionais, e no que toca à Monarquia Portuguesa, o Rei é aclamado no Parlamento. Aclamação significa reconhecimento dos representantes da Nação da Legitimidade Histórica do Rei a ser entronizado, que terá que prestar juramento de fidelidade à Constituição.

D. Os países monárquicos são os que têm melhor Índice de Desenvolvimento Humano, graças às políticas governativas, é certo, mas também graças aos incentivos dados pela Instituição Real.

E. A maioria das Monarquias Europeias são mais baratas do que a República Portuguesa. Por exemplo, a Monarquia Espanhola é 8 vezes mais barata do que a República Portuguesa!

F. Na Monarquia Democrática, todos podem decidir o seu futuro em liberdade. Não existe nenhuma Constituição Monárquica Europeia (ou noutros pontos do mundo, onde os regimes monárquicos sejam democráticos), que impeça uma mudança de regime por referendo.

G. O Rei é a garantia da continuidade do País, da salvaguarda da Democracia, dos quais é o primeiro servidor.

H) O Rei não toma posições pessoais, mantém uma posição de total isenção e neutralidade e tem, no entanto, a oportunidade de apresentar os seus pontos de vista e incentivos ao Primeiro-ministro nas audiências semanais.

I. O Rei não é refém da vontade político-partidária. Tendo um papel unificador, aceita a vontade da nação nas eleições e exerce as suas funções constitucionais quanto à formação de um novo Governo.

J. A Monarquia é, por excelência, o melhor serviço público prestado a uma Nação.

III REPÚBLICA, SEMI-PRESIDENCIALISTA, EM VIGOR DESDE 1976

A. Fracciona a sociedade. Não tem um projecto de Pátria para os anos vindouros. Só se preocupa com o imediatismo.

B. Tem uma classe política imune, que não pode ser responsabilizada pelos cidadãos. Só aquando das eleições, dando tempo para casos de corrupção.

C. As eleições servem os interesses dos partidos e não do bem comum.

D. As Repúblicas têm mais desigualdades sociais e os cidadãos são os que menos felicidade têm.

E. Os gastos da República Portuguesa são equivalentes a duas Casas Reais Europeias de países com uma dimensão semelhante à de Portugal!

F. A República Portuguesa , na sua Constituição actual, impede através do artigo 288-b que os Portugueses se pronunciem democraticamente a favor da Monarquia; grave contradição com a Democracia!

G. A mudança periódica de Presidentes da República, é um sobrecargo enorme para os Cidadãos, que além de gastarem dinheiro nas eleições presidenciais, ainda têm que sustentar as pensões de reforma dos antigos Presidentes.

H. O Presidente da República toma muitas vezes decisões pessoais, o que pode criar situações de conflito com o Governo, sobretudo se este for de uma orientação política antagónica.

I. O Presidente da República, antes de o ser, já uma carreira política partidária e mesmo que assuma um papel de unidade, a grande maioria olhará sempre com desconfiança e a prazo surgirão os naturais desentendimentos que só a Chefia de Estado republicano preconiza.

J. A República, no seu todo, conta com o imediatismo, e por isso, está provado que o serviço público de longo prazo caíu no esquecimento. Não há um projecto galvanizador para os Portugueses.


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Sobre o Politicamente Correcto com a República

“Limites Materais de Revisão Constitucional*

Artigo 288.º – As Leis de revisão constitucionais terão que respeitar:

a)….

b) a forma republicana de governo”

Eis a consagração do politicamente correcto! É bom base neste malfadado artigo da Constituição da República Portuguesa, aprovada em 1976 com as suas subsequentes revisões que me vou debruçar hoje.

Este artigo da Constituição impede a realização de um referendo sobre a forma de governo democrático que os Portugueses possam desejar, incluíndo a opção Monárquica; querendo dizer, de uma certa forma, que só o regime republicano é o mais democrático e afirmando indirectamente, que todas as Monarquias Europeias, nossas parceiras e aliadas, são regimes menos democráticos! É no mínimo risível, como se deve calcular. Mas ainda mais grave, é que também indirectamente, está a dizer aos Portugueses que são incapazes de saberem distinguir entre uma República e uma Monarquia e portanto, é mais conveniente tornar este assunto um tabu. Mas esta atitude não seria antes própria das Ditaduras, que estas sim impõem uma forma de governo e uma determinada moral e orientação para toda uma sociedade impedindo-a de poder fazer, sequer oposição?

Mais do que impedir o pronunciamento democrático, por referendo, instituiu-se, de facto um tabu e um politicamente correcto que convém aqui sublinhar e sobretudo denunciar aos Portugueses!

Como monárquico apercebo-me muitas das vezes da falta de respeito instituído por uma certa comunicação social, em relação ao próprio Chefe da Casa Real Portuguesa, o Senhor Dom Duarte, que podia hoje ser o Rei de Portugal, se vivessemos em Monarquia. Por outro lado, também lamento o facto de esta mesma comunicação social não acompanhar de mais perto as actividades e iniciativas apoiadas por Dom Duarte, já para não falar do facto de também não ter havido um único jornalista quando o próprio Duque de Bragança foi convidado do Clube dos Pensadores recentemente, ou pelo Congresso da Causa Real, etc.

Evidentemente que há interesses. Evidentemente “não convém” mostrar uma alternativa credível aos Portugueses, numa situação de crise republicana. É óbvio que o regime procura se proteger da oposição monárquica. Mas valerá a pena todo esse esforço para justificar a manutenção do status quo que já é totalmente injustificável? Fica a questão no ar.

Obviamente que é politicamente incorrecto se falar de Monarquia. Ainda por mais num regime sem legitimidade popular, pois nunca foi a referendo, apesar das várias promessas nesse sentido no passado, que só os Monárquicos Liberais e Democratas defenderam e defendem actualmente. O Senhor Dom Manuel II defendeu uma consulta popular, assim como Henrique de Paiva Couceiro, entre muitos outros monárquicos democratas!

Em nome da Liberdade, na qual todos os Portugueses se revêem, em nome da Democracia, … Da Verdadeira Democracia, onde não encontramos tais politicamente-correctos, sejamos pois capazes de afirmar que devemos alterar com urgência a Constituição da República Portuguesa, substituíndo a forma republicana de governo pela forma democrática de governo, de modo a poder permitir uma consulta popular sobre a forma de governo que os Portugueses desejem, isto é, se uma Monarquia Parlamentar e Democrática ou a continuação da actual República.

Torna-se evidente que o regime está decadente, e por isso, cabe-nos a missão de devolver o Trono de Dom Afonso Henriques ao Senhor Dom Duarte, seu descendente directo, com vista à garantia da nossa liberdade e soberania, e como única garantia credível de futuro para todos nós, num verdadeiro regime democrático, sem tabus!

*Da Constituição da República Portuguesa

 


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Balanço de 6 meses de actividade

LogótipopcmQuando há 6 meses lancei um desafio no Facebook, convidando amigos conhecidos monárquicos, e repare-se que fiz um convite alargado, tinha como principal objectivo a criação de um espaço de divulgação de uma mensagem monárquica moderna, actual, desempoeirada, pujante rumo ao futuro. Consegui, num espaço curto –  porque queria alinhavar tudo nos dias 13 e 14 de Maio, para podermos lançar a Plataforma de Cidadania Monárquica, a 15 de Maio, data de aniversário de SAR O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Herdeiro do Trono de Portugal – reunir uma equipa de 4 elementos, a contar comigo próprio. No fundo consegui a aceitação de 3 Monárquicos que estão neste momento a dar muito interessantes cartadas: César Braia, João Pinto e Miguel Villas-Boas.

Nos meses seguintes, fomos acertando as agulhas, e comecei a deparar-me com qualidade, criatividade, entusiasmo, dedicação, ideias, excelente entendimento entre diversos membros da equipa. Na Plataforma de Cidadania Monárquica, cada um tem a sua própria forma de pensar, cada um tem as suas opiniões e cada um age segundo as suas convicções. Cada um, na Plataforma de Cidadania Monárquica é bom em algo, e é nisso que apostamos: que cada um de nós consiga valorizar o que de melhor tem para dar à Causa em que acreditamos.

Assim, conseguimos garantir já 6 meses de muito boa produtividade e com bons resultados.

Entretanto iniciámos um processo fundamental de apaziguamento. No contexto das autárquicas, tendo em consideração que houve Plataformas de Cidadania que concorreram nessas eleições, era fundamental esclarecer desde logo, que a Plataforma de Cidadania Monárquica, não é, nem será nunca, um movimento político à parte. Reconhecemos, indubitavelmente, todas as entidades oficiais, que por bem defendem a Monarquia Parlamentar e Democrática, nomeadamente a Causa Real e o PPM, assim como entendemos que é precisa uma estratégia de Cidadania e de modernidade e que por isso também entendemos que o Instituto da Democracia Portuguesa tem um papel fundamental a desempenhar em todo este processo. Basicamente, o que queremos, é a paz e a união entre os monárquicos convictos e sobretudo Leais a SAR O Senhor Dom Duarte de Bragança.

Defendendo uma Monarquia Democrática, a nossa contribuição vai no sentido de fomentar massa crítica e temos vindo a divulgar o nosso trabalho muito bem, nas Redes Sociais onde estamos.

Em 6 meses de actividade, foi feito mais, do que em outros projectos por mim iniciados no passado, no mesmo período de tempo, o que é, efectivamente significativo.

SAR O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, poderá sempre contar com a nossa Lealdade e empenho em prol da defesa de uma Democracia Real, para o nosso Real Portugal.

A Causa Real poderá contar sempre com a nossa amizade e vontade de cooperar, com base na boa fé e sobretudo tendo em conta que foi criada por SAR O Senhor Dom Duarte com vista à defesa das vantagens da Instituição Real para Portugal.

O Instituto da Democracia Portuguesa é uma organização fundamental, com a qual queremos aprender e cooperar, com vista à fomentação de um novo paradigma de organização política, no quadro de uma Transição Democrática para a nova Monarquia que aí vem.

O Partido Popular Monárquico, é um Partido Histórico, pois foi criado por grandes Monárquicos que defenderam sempre a Democracia. Esta parte fundamental da História deste partido, e agora com esta nova liderança, com o Dr. Paulo Estêvão, Deputado na Assembleia Regional da Região Autónoma dos Açores, abre-nos um caminho importante na defesa da Monarquia. Ainda em relação ao Partido Popular Monárquico quero aqui sublinhar algo de muito importante: quem é Monárquico não é obrigado a ser militante do partido. Este ponto deve ir ao encontro da consciência livre de cada um. Há monárquicos que são socialistas, sociais-democratas, democratas-cristãos, comunistas, bloquistas, nacionalistas, etc. Devemos todos nós monárquicos procurar unir toda esta família, em torno da Família Real. O Movimento Monárquico é rico na sua diversidade e ninguém é mais monárquico do que outrém e ninguém tem mais razão do que outrém. Cada um é livre, tal como o Rei é livre, e tal tem sido assim desde a Fundação do Reino! Acho que sinceramente, os monárquicos só estarão divididos se quiserem estar divididos, pois se houver respeito da diversidade de cada um dos monárquicos, ganharemos maior força, porque a Monarquia defendida pelo Herdeiro da Coroa de Portugal, é Democrática e sendo democrática, tem que aglomerar todas as tendências e diferenças.

Mais recentemente, a Equipa Coordenadora da Plataforma de Cidadania Monárquica propôs um acordo de cooperação com a TV Monarquia Portuguesa, que foi aceite e desde então começámos a desenvolver uma muito profícua e interessante cooperação entre ambas as iniciativas. Sempre na defesa da Monarquia, da Democracia por Portugal!

Podem continuar a contar com muita dedicação em prol de um Portugal melhor, de um Portugal Real, pois defendemos um verdadeiro projecto de Democracia Real.

Viva o Rei!

Viva Portugal!


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Dom Duarte tinha razão (2.a parte)

Durante vários anos, desde que Dom Duarte de Bragança assumiu a Chefia da Casa Real Portuguesa, em 1976, que tem procurado chamar a atenção dos portugueses sobre inúmeros assuntos de elevado interesse nacional. Infelizmente, e apesar dos esforços de muitos em divulgarem as opiniões do Herdeiro dos Reis de Portugal, muitos portugueses simplesmente nunca quiseram ouvir, nunca deram importância e muitos lamentavelmente tiveram atitudes hipócritas, infames e desrespeitosas para com Dom Duarte de Bragança.

A verdade é que, Dom Duarte de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa, e que podia de facto, se Portugal fosse uma Monarquia Parlamentar, ser o nosso Rei, alertou inúmeras vezes para várias situações, vários erros, criticou, apontou soluções e muitos Portugueses ou riam-se, ou diziam disparates atrás de disparates e assistiamos aos erros nas mais elementares políticas.

Na Mensagem do 1.º de Dezembro de 2001, a poucas semanas de Portugal passar a usar o Euro, como nova moeda, SAR o Senhor Dom Duarte, alertava para os perigos da moeda única: “assim ainda mais dependente de decisões tomadas além fronteira, sobre as suas questões financeiras. Corremos assim o risco de que opções da maior importância para Portugal, sejam tomadas em centros de poder, quase totalmente alheios aos interesses nacionais porque fundamentalmente “obedientes” aos interesse das potências dominantes na Europa. Isto apesar dos eventuais esforços dos Governos Portugueses. É pois indispensável que sejam encontrados mecanismos, internos e a nível da Europa, que evitem estas nefastas mas possíveis consequências, de modo a que o Euro se torne efectivamente num útil meio de desenvolvimento económico, respeitador das culturas diferenciadas que fizeram da Europa um expoente de civilizações no Mundo.”

Na Mensagem de 1.º de Dezembro de 2002, O Senhor Dom Duarte afirma que para o bem da República, é necessário um Rei: “um Rei defende melhor a República do que qualquer Presidente, por mais preparado que esteja e por melhores que sejam as suas intenções.” 

Finalmente, na Mensagem de 1 de Dezembro de 2003, O Senhor Dom Duarte preocupa-se com os Idosos: “Uma sociedade que considera os reformados como um peso na economia em vez de os honrar com a gratidão pelo trabalho prestado ao longo de uma vida inteira e informa com displicência que cada um cuide de si porque escasseiam os fundos para as pensões, parece-me ser tudo isto sinal de uma verdadeira crise que não posso calar.”

De facto, O Senhor Dom Duarte tem-se preocupado com inúmeros assuntos. Reunirei semanalmente, às Quintas-feiras curtos parágrafos, mas que demonstram que Dom Duarte tinha razão! E continua a ter!

Fonte: Site da Casa Real Portuguesa


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Dom Duarte tinha razão (1.ª parte)

Durante vários anos, desde que Dom Duarte de Bragança assumiu a Chefia da Casa Real Portuguesa, que tem procurado chamar a atenção dos portugueses sobre inúmeros assuntos de elevado interesse nacional. Infelizmente, e apesar dos esforços de muitos em divulgarem as opiniões do Herdeiro dos Reis de Portugal, muitos portugueses simplesmente nunca quiseram ouvir, nunca deram importância e muitos lamentavelmente tiveram atitudes hipócritas, infames e desrespeitosas para com Dom Duarte de Bragança.

A verdade é que, Dom Duarte de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa, e que podia de facto, se Portugal fosse uma Monarquia Parlamentar, ser o nosso Rei, alertou inúmeras vezes para várias situações, vários erros, criticou, apontou soluções e muitos Portugueses ou riam-se, ou diziam disparates atrás de disparates e assistiamos aos erros nas mais elementares políticas.

Assim, de facto, chegámos ao ano de 2013, num estado lastimável. Portugal é um país cada vez mais pobre, com cada vez maiores dificuldades, sob assistência internacional até, pelo menos ao Verão de 2014, e mesmo assim, continuam a persistir portugueses que teimam em duvidar de muito provavelmente O ÚNICO, que ainda nos poderá salvar de uma Ditadura, ajudando nas suas futuras funções Constitucionais, enquanto Rei, a traçar um novo rumo para o nosso País.

É com esta ideia bem clara, que decidi ir aos meus arquivos, e colocar aqui citações de Dom Duarte de Bragança, sobre diversos assuntos de interesse nacional. Espero sinceramente que com esta iniciativa, ajude os Portugueses a abrirem os olhos, de uma vez por todas!

“O Estado português mantem em vigor cobertura a uma legislação hostil que só contribui para a destruição do nosso património. Mas esse mesmissimo Estado não hesita em dar cobertura  a mamarrachos urbanos chocantes e aberrantes, que custam ao Povo e ao erário público autênticas fortunas.”

“Não há lógica no imediatismo que nos governa. Quando em toda a Europa foi declarada uma guerra sem quartel contra a poluição, em Portugal vive-se ainda numa cultura do automóvel.”

“Vai-se a um supermercado e não se encontra um electrodoméstico português, quer-se privilegiar a produção nacional e deparamos com barreiras de toda a espécie.”

“É que vivemos num sistema esquizofrénico, absolutamente desligado daquilo a que eu chamo realidade real, que é o sentir dos portugueses. Nota-se em tudo: na educação, onde não há a preocupação de ensinar a raciocinar logicamente, estabelecendo relações entre causas e efeitos; nos serviços públicos, onde tudo está resumido à burocracia; na concentração  das indústrias nos grandes centros; no assassinato e desertificação da Província; nos transportes poluentes; no desprezo da nossa arquitectura; no baixissímo nível de educação..”

São pequenos, mas úteis, exemplos como estes, que nos devem fazer pensar um pouco e procurarmos defender a necessidade de reerguer o nosso País. Uma Nação com quase 900 anos de História, não pode se deixar levar pela mediocridade, irresponsabilidade e incompetência. Precisamos de um caminho novo, e precisamos já!

Todas as Qunitas-feiras reunirei mais citações de afirmações proferidas por Dom Duarte de Bragança, o Rei que Portugal precisa, pois é o único que conhece o País real e o povo.

 


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870 anos de Fidelidade à Pátria

A 5 de Outubro de 1143, através do Tratado assinado na cidade de Zamora, na presença do Cardeal Guido de Vico, o Rei Afonso VII de Leão e Castela, “Imperador das Hispanias” reconhecia seu primo, Dom Afonso Henriques, como Rei de Portugal, soberano independente. A partir deste dia, iniciou-se oficialmente a História de um Reino de Portugal livre, independente e soberano da sua vontade e destino.

Geração após geração, Reis após Reis, crises, prosperidade, aventuras, conquistas, glórias e tristeza, marcariam a História de Portugal, sempre com algo que ficou imortal até hoje: a Fidelidade!

Se acreditassemos na demagogia republicana de que o povo quis a república, esta demonstrou por 3 vezes, 3 dolorosas vezes, que em nome da Fidelidade que temos a Portugal, temos que recuperar o Trono e a Dinastia Histórica.

Trata-se de um respeito que devemos a todas as gerações que nos antecederam, que se sacrificaram para que chegássemos ao século XXI, livres, independentes e soberanos.

Em nome da Fidelidade às nossas raízes, à nossa Identidade, mas também se queremos muito mais para Portugal do que assistimos actualmente, precisamos urgentemente de uma Monarquia Parlamentar e Democrática.

Hoje, eu não verto lágrimas pela Pátria, pois o Reino existe no ADN dos Portugueses. Hoje rejubilo por mais um aniversário do meu querido País.

Portugal não morreu, está a ser muito mal tratado. Pelo que, em nome da Fidelidade que temos a Portugal, aclamemos o nosso Rei, O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, Herdeiro dos nossos maiores, descendente directo d’El-Rei Dom Afonso Henriques!

 


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Qual é o melhor momento para a Monarquia?

6180382_hjaOIEsta é uma pergunta que me tem surgido no pensamento há já algum tempo, porque vejo muitas pessoas monárquicas a dizerem que devíamos esperar um momento melhor para propormos uma Monarquia aos Portugueses, ou que o Senhor Dom Duarte merecia ser Rei num melhor momento.

Mas qual é que é o melhor momento? Esse melhor momento vai alguma vez surgir, tendo em conta a realidade concreta em que estamos a viver?

Verdadeiramente, não concordo com essas pessoas. Talvez porque a minha concepção de Monarquia seja um bocado diferente. Eu sempre entendi a Causa Monárquica e a Monarquia como a solução para ajudar a resolver os problemas, muitos deles graves, de que o País padece. Esses problemas são, mais do que económicos, ou financeiros, ou sociais. Esses problemas são de valores, princípios, éticos! E estes problemas não se resolvem, nem com mudanças de governo, nem com eleições, nem com governos de iniciativa presidencial, etc. A resolução do problema centra-se na mudança que ambicionamos!

Entendo que Portugal precisa de se dotar de um Parlamentarismo em que os cidadãos mais do que elegerem partidos políticos, elejam pessoas e que possam removê-las do Parlamento se forem incapazes. Entendo que Portugal precisa de uma nova Constituição que consagre um Parlamentarismo Democrático encimado pela Instituição Real, verdadeira fonte de confiança, princípios, valores, e ética (a tal ética republicana!).

Entendo que a Monarquia Parlamentar e Democrática, sufragada pelos Cidadãos, irá instituir um novo Estado de Direito, com um Sistema Judicial que verdadeiramente seja justo e com o qual nenhum Cidadão, poderoso ou não julgue que pode estar acima da Lei!

Actualmente vivemos uma situação económico-social que se transformou num verdadeiro pesadelo! Pelo que, qual é o melhor momento para a Monarquia?

Neste momento, o que posso dizer da situação monárquica actual? Estamos mais aguerridos, do que estávamos há uns anos atrás. Melhorámos os nossos meios de comunicação, mas continuamos dependentes deles. Não estamos, de forma alguma, a marcar a agenda política, porque se o estivessemos verdadeiramente, os comentadores políticos, por exemplo, não estariam alguns a falar numa IV República Presidencialista! Ninguém na Imprensa escrita ou na televisão fala verdadeiramente na opção ou alternativa Monárquica! Como Monárquicos não devemos baixar os braços por causa disso. Estamos a crescer, mas ainda precisamos de trabalhar muito mais para sermos ouvidos e sobretudo para que nos levem mesmo a sério!

Esse trabalho faz-se não só na Net, mas também fomentando uma verdadeira militância junto da população.

Não temos o direito de exigir do nosso Rei seja o que for! O Rei não é um político. Não tem que assumir nada perante as câmaras de televisão. Não tem que propôr políticas públicas, quando o seu dever é o de representar e dar confiança aos Portugueses e aqui o Senhor Dom Duarte tem tido um trabalho notável! Como monárquicos não temos o direito de exigir ao Rei o que não queremos ou não nos apetece fazer! Precisamos de ser justos! Nós Monárquicos é que temos que lutar pela Monarquia, unidos, em torno da nossa Família Real.

A militância monárquica não se faz nos meios monárquicos. A militância monárquica faz-se junto da população. E esta, neste momento, está descontente; não acredita na classe política, tem dúvidas quanto ao futuro!

Do que estamos à espera?

Pelo que, voltando à questão inicial: Qual é o melhor momento para a Monarquia? É AGORA! Mas precisamos de trabalhar muito para isso, sempre com os pés bem assentes no chão! Que podemos lá chegar, não tenho dúvidas, mas temos que nos deixar de sonhos e actuar. Como disse há tempos é preciso CONCRETIZAR A MONARQUIA!