Monarquia, Cidadania, Democracia


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Dia de Portugal!

duque

Neste Dia de Portugal, quero recordar em primeiro lugar todos Aqueles Bravos Heróis que tombaram pela Pátria, em todos os séculos da nossa História.

Neste Dia de Portugal, quero recordar todos Aqueles Bravos Heróis que lutando pela Pátria ficaram com lesões graves, mas que sobreviveram e que ainda estão entre nós!

Neste Dia de Portugal, quero recordar todos os sacrificios que passámos ao longo da nossa História, para que hoje, sermos livres e independentes!

Neste Dia de Portugal, quero recordar aos mais jovens e àqueles que já se esqueceram que são Portugueses, que muitos dos nossos antepassados deram a vida por nós!

Neste Dia de Portugal, quero recordar aos Portugueses que lerem este texto e ouvirem o Hino Nacional, que vale a pena acreditar no nosso País e lutar por ele.

Aos que estão fora, mantenham nos vossos corações o orgulho em serem Portugueses.

Aos que estão cá, mantenham-se firmes na esperança em melhores dias, lutando todos os dias que a nossa Pátria tenha dias melhores de prosperidade!

Na actual crise das Instituições republicanas, justifica-se exigirmos uma mudança constitucional que consagre a restauração da Monarquia em Portugal.

Olhando para a transição de reinado em Espanha e recordando alguns protestos republicanos radicais, contradigo dizendo que faz mais sentido uma Monarquia em Portugal, do que uma república em Espanha!

Neste Dia de Portugal, reforcemos as fileiras Restauracionistas, sejamos firmes nos nossos argumentos, sejamos Leais ao Rei e à Família Real, pois são os que representam verdadeiramente a Portugalidade e o Sangue Lusitano! Na nossa Pátria, cada vez mais se pode dizer que Monarquia e Portugal são sinónimos e mais do que isso, serão indissociáveis!

Com o orgulho no passado, saibamos afirmar hoje no presente:

Viva Portugal! Viva o Rei!


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Bandeira de Portugal, Bandeira da Minha Pátria!

10415689_395908083880971_3376428044920939548_nIntrodução e Recolha do texto: Miguel Villas-Boas *

Desde a Fundação da nacionalidade, em 1139, que as cores que representam a Nação Portuguesa são o “Azul e Branco”. São as únicas cores do primeiro estandarte de Dom Afonso Henriques e da Bandeira de Portugal adoptada ulteriormente pelo Primeiro Rei de Portugal e Pai da Pátria.
Por isso, também, a Bandeira da Monarquia Constitucional estava dividida de igual em Azul e Branco e depois com o Brasão de Armas do Reino de Portugal aposto no meio.
O Azul e Branco foram as cores adoptadas por corresponderem «àquelas que formam a divisa da Nação Portuguesa desde o princípio da Monarquia.»

À Bandeira de Portugal que na vida do autor era a Azul e Branca da Monarquia Constitucional, Trindade Coelho dedicou o seu famoso poema:

Bandeira de Portugal

«Eu te saúdo, Bandeira de Portugal, fanal augusto das glórias da minha Pátria, eu te saúdo. Sou jovem, mas já sinto no coração a alegria de ter nascido à tua sombra e o orgulho de ser teu filho; e por isso eu te adoro e te saúdo, Bandeira da Minha Pátria. Por ti estudo; por ti desejo ser sábio, para te dar a minha inteligência, e forte, para te dedicar o meu braço; e eu te juro, Bandeira da minha Pátria, que só quero ser grande da tua grandeza, bom da tua bondade, herói do teu heroísmo, e que até à hora da minha morte pedirei a Deus pela tua glória e de todo o coração lhe rogarei que sejas tu a minha mortalha.»

* Membro da Plataforma de Cidadania Monárquica


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Igualdade

Este conceito, é o foco republicano, quando se aborda a questão do regime. De facto, a grande preocupação dos republicanos é entenderem que a igualdade de oportunidades deve passar também pelo direito de chegar ao topo de uma carreira política, isto é, chegando à Chefia do Estado.

Efectivamente, trata-se de um bom princípio, mas que peca pelo facto de as Democracias viverem sobretudo na sombra da partidocracia, Ora, aqui é a igualdade de oportunidades que se perde, pela simples razão de que é a partidocracia que domina as eleições presidenciais e mesmo que existam candidatos independentes, a verdade é que nem irão aparecer na comunicação social e nos debates.

Por outro lado, a igualdade de oportunidades, é importante frisá-lo, existe em todas as Democracias, que têm uma Monarquia, pelo simples facto de que os cidadãos podem perfeitamente, através do seu mérito e dedicação à causa pública, chegarem ao Parlamento, ou até mesmo ao Governo. Obviamente o mesmo para as Câmaras Municipais.

Mas tendo em conta que a partidocracia domina o sistema democrático, é evidente que um Presidente da República com origem num determinado partido político não poderá nunca ser totalmente imparcial, isento e independente. Não há artes mágicas!

Assim sendo, é essencial a sociedade encontrar a solução ideal para unir todos em torno de um ideal de Pátria e traçar um rumo para o progresso e estabilidade, onde todos sejam tratados com igualdade. Nenhum Monárquico poderá dizer alguma vez que nas Monarquias a Lei não é igual para todos! Existindo um sistema Democrático, a Lei Fundamental de qualquer país é a mesma para todos os Cidadãos. Desde o Rei ao simples camponês, a Lei é igual para todos. O Rei que jura cumprir e fazer cumprir uma Constituição submete-se à Lei Fundamental. Pelo que, a Chefia de Estado Monárquica não é um privilégio, mas sim um serviço!

Assim chegamos à República com Rei. Como?

O funcionamento do Estado e todos os elementos que o compõem, desde a classe política aos funcionários, rege-se pelo serviço ao bem comum, o que em latim seria a res publica – República. Trata-se de uma união de todos, em torno do bem comum. A existência de um Rei, na Chefia do Estado Republicano, é a garantia dada ao Povo de que todos, em igualdade devem empenhar-se em prol do bem do País.

Se todos entendemos que devemos resgatar Portugal, que devemos lhe dar um novo rumo, e sobretudo, se tivermos a humildade de entender que Portugal é a Pátria que Deus nos deu e pela qual devemos trabalhar para a proteger e enriquecer, então devemos também perceber que a existência de um Rei na Chefia do Estado, é a melhor garantia do nosso futuro colectivo. Em prol desta ideia de Pátria, e acreditando nas vantagens da Instituição Real, como Cidadão estou pronto a abdicar de ter o direito a ser candidato a Presidente da República ou a ser eleitor de um Presidente, afirmando a minha vontade de compromisso com a História da minha Pátria, em Referendo, votando a favor do Rei e com ele da 5.ª Dinastia.

A Monarquia Parlamentar e Democrática, é o melhor serviço que poderemos todos prestar à República em prol do nosso futuro colectivo.